Ontem, foi o dia do ‘juízo final’, literalmente falando do vai ou racha. Acabou o meu curso intermediário no Inglês, e fui bombardeada por um misto de emoções. O primeiro, foi o alívio de vislumbrar logo a frente um mês de sombra e água fresca só balançando as pernas no ar, afinal é merecido depois do esforço semestral. Depois, o que estalou na minha cabeça foi: eu não verei mais os meus amigos. E pensei comigo mesma: “Como eu vou sentir saudade! Tenho que partir e abandonar tudo aqui.”
“Acabou” entre aspas, né bebê? [hehe!] Porque fiz a prova de nivelamento do Avançado e vamos ver o que vai dar, mas o que eu sei é que não vai ser a mesma coisa. Não sem eles. Todos nós vamos nos separar. Outros vão pra outra escola de inglês, outros vão mudar de horário, e por aí vai.
A consolação é que na vida há ganhos e perdas, há términos e começos. A vida é um ciclo de renovação. Há sempre uma recompensa pra tudo. Tudo tem uma explicação, e é nisso que me apoio pra não ter que sentir que falta uma parte de mim.
Tantas tristezas, eu compartilhei... as minhas alegrias, dei a eles. Porém, os vejo partir... e mesmo que isso me faça querer chorar, me sinto feliz por ter vivido essa experiência de aprendizado e convivência e ser parte de cada um deles.
Dedicado a: Alexandre Cavalcante [Alex], Antonio Carlos [Júnior] e seu amigo imaginário o tão famoso Anhanga, Dennys Filipe [Dê], MoniqueGalende e seu ‘unfortunatefoot’, Virgínia Marins, VivianeSouza [Vivi], e é claro a nossa querida Professora Gladys Aguiar! E claro, não esquecendo do resto dos professores e dos amigos fora de sala. Vocês fizeram minhas segundas e quartas feiras serem vividas intensamente bem. Amo vocês (:
Hoje é Dia dos Namorados! Muita ternura que faz a gente trocar presentes, chocolates e flores, ouvir passarinhos cantando, até sinos de casamento tocando [:O!], beijar e abraçar muito. Porque minha gente, o amor é lindo!
Todos estão arrasados e chocados, com o episódio do avião 447 da Air France, sabe, os corpos ainda estão sendo resgatados. :S Mas... as tragédias nos fazem ter a certeza de que a única coisa urgente nessa vida é estar com a família, com os amigos, e com seu amor. E colocar na cabeça que resto é resto! Mas tragédia acontece todo dia, toda hora, todo minuto, e vai de catástrofe até engano. Isso não é novidade. Infelizmente nos acostumamos com as guerras, com as tsunamis, com as desgraças que fazem parte da vida da humanidade.
O que acontece é que sempre somos acometidos pelo sentimento de nos identificarmos com fatos que poderiam ter acontecido com a gente ou parentes e amigos. Por que? Por que foi com eles e não comigo? Logo para Paris, o lugar dos românticos? Punição? De quem é a culpa? E se tivesse sido assim?
Mas a vida não tem "se", e muito menos respostas para tudo. O que esperamos é que encontrem logo a caixa preta para aliviar a dor dos “sobreviventes” que ficaram no Brasil ou na França, privados de seus amores. Por tudo isso, hoje, mais um 12 de junho, viva e com saúde, cercada de carinho, escrevo este texto.
Feliz Dia dos Namorados! Aproveitem ao máximo e celebrem a VIDA. E se, você não esteja com alguém, faça um brinde a si mesmo, à saudade do que se viveu ou à esperança do que se há de viver.
A pessoa se foi com jeito de que nunca mais volta. Você sente uma dor no peito e sabe que aí se encontra um coração partido. É aí que você percebe que o amor acabou.
O que fazer? Algumas pessoas partem pra outra, ignorando os cacos do coração dentro de si. Outras se enfiam no quarto e passam dias e dias se lamentando feito uma alma penada que arrasta correntes pela casa. O ideal seria fazer um curativo no coração, porque é inteiro que ele tem de estar, pois a vida continua, e os dias têm seus altos e baixos, curvas perigosas, desilusões e amores. É a vida.
Para encará-la, recomendo 7 remédios que são tiro e queda e servem de band-aid para curar e preencher os buracos feitos por um amor.
1. Luto: Para curar um coração partido é preciso passar pelo luto (gente, é normal um período de tristeza). Mas é sempre bom se distrair e passar tempo com os amigos, mesmo que seja só pra conversar sobre outras coisas. 2. Dar tempo ao tempo: Agora, não adianta pensar que no outro dia de manhã você vai sair pulando da cama, vendo um show de fogos de artifícios. Temos que esperar o tempo passar, (mesmo que você já esteja de aço cheio de ouvir as pessoas dizendo “com o tempo passa”, mas é a mais ura verdade. Esse ainda é o melhor remédio.
3. Reflexão: Se o término da relação foi uma decisão do parceiro (a), a trata-se de uma ocasião é muito difícil, porque sentimos uma tristeza enorme, muita solidão e com certeza a rejeição. O ideal seria refletir os motivos do relacionamento não ter dado certo para prevenir os próximos. Isso ajuda muito na auto-estima, embora o ressentimento permaneça.
4. Extravasar: Se o relacionamento acabou faz um tempinho e você ainda não consegue ver luz além no fim do túnel, uma boa pedida é fazer uma viagem, ir pra festas com os amigos, descobrir outras pessoas, respirar novos ares, e curtir muito.
5. Faxina: Livre-se de tudo que faça você pensar no outro. Fotos, cartas, presentes, tudo. Essa faxina é essencial para seguir adiante sem muito choro.
6. Olhar para frente: Temos sempre que lembrar que é bom ter objetivos na vida, algo que nos motive a seguir em frente, porque o amor é parte da vida, e não a vida é parte do amor. Pense no que quer fazer, o que deseja realizar, viver, lugares que quer conhecer, fazer novas amizades. Siga em frente.
7. Dar chance a um novo amor: Saia e dê chance para outras pessoas poderem te ajudar a dar a volta por cima. Todo mundo sabe que existem muitos peixes no oceano. Um novo amor, nem que seja só um novo ficante, ajuda a esquecer o outro mais rápido. Se surgir a oportunidade, não a deixe passar.
E quanto a você: qual é o remédio que cura as dores do seu coração? Deixe seu depoimento na caixa de comentários e bola pra frente!
“Nossa química é perfeita não precisa nem falar, a gente sabe conversar apenas num olhar, que seja eterno enquanto dure e que dure para sempre, essas são palavras chaves e quero que você se lembre.”
Química. Se olharmos no dicionário, não tem a Química que estamos falando. A maior parte das pessoas (até mesmo você e eu) se atrapalha ao tentar explicar o que é, mas, ou já sentiu a tal da química ou sentirá mais tarde. Quando estamos na presença de alguém especial (sabe, especial mesmo, e a gente às vezes nem conhece a pessoa) o coração bate acelerado, sentimos arrepios, suamos e temos as mãos geladas de nervosismo. É o letreiro da atração piscando no interior do seu cérebro “É ELE (A)!”. Sabemos que quando estamos apaixonados, perdemos a capacidade de pensar usando a razão, pois não vemos os defeitos do outro, simplesmente o idealizamos, com aquela frase “Simplesmente perfeito (a) pra mim!”. Mas, é preciso que haja uma “boa química” para que se comece ou até mesmo, sem essa química é provável que o relacionamento acabe. Claro, somos seres que pensam. (não me diga, xD) E é óbvio que não somos inteiramente guiados por nossos instintos, o que deixa claro que temos, cada um, um tipo ideal de parceiro. Mas, como nem tudo é um mar de rosas, vem a ciência e descobre uma série de fatores. Os seres humanos carregam nos genes algumas informações ligadas a comportamentos. O que explica, que quando vemos A Pessoa já sentimos um forte desejo, sem mesmo ter conversado com ela. Explicação química: Os feromônios, aliados a testosterona e ao estrogênio, são as substancias químicas que criam o desejo de “experimentar o amor.” Bom, tudo tem dois lados... e esses tais hormônios fazem com que o relacionamento dê mais um passo: você começa a enxergar os defeitos do outro e você diz: “Droga! Tava tudo tão bom...” e começa a se perguntar porque a pessoa mudou. Hora da verdade: A pessoa não mudou. O problema é você. É você que agora vê seus defeitos, sem os hormônios desse “amor cego”. É agora que você vai saber se é verdadeiro, ou não. De dois, um: Ou o relacionamento se consolida ou simplesmente acaba.
"Travessa como o beija-flor, inocente como uma boneca, faceira como o pavão, curiosa como uma mulher, inconsequente, e às vezes engraçada; viva, e em algumas ocasiões impertinente." (Trecho do livro A Moreninha de Joaquim Manuel de Macedo)